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Se escrever não é uma obrigação, bom!
Ao menos que amanhã eu entenda... ou descubra, quem sabe?
Parece algodão! Pelos céus deste Brasil eu vôo
Olhos? claros!
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Sê a poesia de qualquer fotografiaSe escrever não é uma obrigação, bom!
Ao menos que amanhã eu entenda... ou descubra, quem sabe?
Parece algodão! Pelos céus deste Brasil eu vôo
Olhos? claros!
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Enquanto crê na boemia em claves de sol
Bebe tua lágrima e inspira a sensibilidade
Canta à essas cores as notas musicas
Hodierno do Dó ao sí
Amanhã talvez...o arco-íris da voz
Olha-me o castanho que te vê'rdes revés
Reflete a minha inspiração num toque de olhar
Que lhe encontra os cabelos
de um jeito que nenhum sentido é capaz
Desatine-se em curiosidade
e vem buscar seu cais
na varanda da minha verdade
Vem cantar a mim,
qualquer verso assim,
sem ter no fim que escrever: "sem mais"
Intensa, como tão intensa tu és
Sorria e dê rumo as cores
Sintonize as flores em cartão postal
Todos os dias,
pra não fenecer o que distrái...
Com a beleza e rara paisagem que se abre,
quando apenas sorri!
E o mar emana uma canção a nos tornar feliz...
por mim
Um comentário:
Rodrigo, querido, teu blog já faz parte da minha rotina diária. É muito bom chegar aqui todo dia e ver que tem sempre alguma coisa bonita pra se ler. Não fica muito tempo sem escrever mocinho, pq essas palavras têm muito valor!!! Da sua eterna fã aqui de longe.
bjão ;*
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