terça-feira, 11 de março de 2008

O tato






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Metade de mim

Agora é assim

De um lado a poesia, o verbo, a saudade

Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim

E o fim é belo incerto... depende de como você vê

O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só

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O Teatro Mágico

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O tato me escorre o tédio por entre longos dias de imperfeição
Persistência exaurida na procura pelo calor,
onde fora intenso fogo,
na sabedoria de quem dos perigos desviou.

O meu amor colhe uma nua verdade intrínseca e incolor,
pois é complexo de simplicidades
O enfurecimento não restou,
mesmo aos que me foram indiferentes...

O tormento mora na tentativa de sucumbir
o que é ternura dentro de mim

Continuando o cotidiano, inquieto, com gestos nobres pela intenção
Sonhos que sinto. Sucintos de magia e perfeição, enquanto divago a noite devagar

Um delírio por dia em meio ao caos de tentar ser diferente vez ou outra
Percebo-me capaz de modificar o mundo e nele ser modificado
... e o meu sucesso dar-se-á então, se souber sensibilizar a todos,
que em tudo pode haver fracasso, mas que tentativas não serão em vão...


por mim

Um comentário:

Anônimo disse...

Bela poesia. Vai longe! ;-)