quarta-feira, 30 de julho de 2008

Amanheça




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Ira

"Movido apenas por amor eu vou em frente
E é sempre, apenas por amor que eu reduzo
Às vezes certo, as vezes meio confuso
Mas sempre forte, sempre... sempre mais quente"

I feel good...
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De longe eu já percebia o quão perto estava
Não pelo que é tangível... talvez pela nuance paradoxal

O infinito sorrir que completa este momento é também plural
Ele conjuga outros tempos, estórias e pessoas...

Algumas agora presentes...
Outras ausentes agora... e no que posso tangir, talvez para sempre
Mas sem dúvidas... no que eu não posso, não!

É de frutos, flores e risos esta cena.
O ensaio é constante... Sempre ao vivo...
Aplausos são bem vindos e vaias também
A intenção é a mesma de um final feliz

Às vezes a saudade me pega de jeito...

Hoje, especificamente, pegou...

há momentos, pessoas, beijos, sensações, lugares,
paixões, cartas, poemas, praias, frios e um calor
em que mora uma profunda nostalgia anunciada...

Futuro de um pretérito intenso!
e promessas cumpridas...

Tenho saudades também do meu futuro,
porque a ele eu reservo um bela história,
a ser contada por mim e mais algum alguém, ou mais...

Hoje tenho apenas o pouco tempo que me resta e assim sempre será.
Leio, escrevo, sinto, sou sentido. Vivo e morto.
Livre e escravo da escolha que fizer...

Do amor que escolher...
Do porvir que há de amanhecer...


por mim

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