**
Arpoador à noite...
V1
"
O céu de Ícaro tem mais poesia que o de Galileu
e lendo os teus bilhetes, eu penso no que eu fiz
querendo ver o mais distante, sem saber voar
desprezando as asas que você me deu
"
tendo a Lua aquela gravidade!!!!
merecia a visita não de militares,
mas de bailarinos e de você! & eu!
**
É como tirar os chinelos e escutar o rugir da sensação
Ser soberano em seu próprio lar
Ir e vir e acima de tudo: voltar
Quase compreender, sem tem porque e não estranhar
Fazer de um copo um mistério e do labirinto linha reta
Sentir a areia do mar, ou grãos lascivos saborear
Mas nada como correr, sentir o vento bater,
Nada como o grito, o mar ou o amar infindável
E de nada importa em não ter nada, faltar pouco é tudo.
Tanto que não há diferença nessa marca.
Inconsciente e nostálgica, atenta para o vão
Que há de se abrir no primeiro refrão,
Se sim, se não. Perdão! Antes que me saia vilão!
Oh pequena palavra que me agrada,
de onde vieste já era encantada?
Me conta desta passada, me leva desta parada!
MOVIMENTA O TEMPO, QUE O TEMPO MOVIMENTA A VIDA!
Mas escolhe um tanto, para te tirar do pranto,
quando em ti não tiver saída, ainda que não seja essa a rima.
Oh pequena palavra que me agrada,
e que refuto quando amo e percebo-me em paradoxo,
pois sem ti não consigo amar,
não fora assim tão leal com o abençoado,
ele morreu ao nosso lado,
mas falar de ti sem lembrá-lo
é esquecer o seu significado!
Alto lá liberdade...
Se não queria me encontrar,
a que vieste? por caridade...?
por mim
Arpoador à noite...
V1
"
O céu de Ícaro tem mais poesia que o de Galileu
e lendo os teus bilhetes, eu penso no que eu fiz
querendo ver o mais distante, sem saber voar
desprezando as asas que você me deu
"
tendo a Lua aquela gravidade!!!!
merecia a visita não de militares,
mas de bailarinos e de você! & eu!
**
É como tirar os chinelos e escutar o rugir da sensação
Ser soberano em seu próprio lar
Ir e vir e acima de tudo: voltar
Quase compreender, sem tem porque e não estranhar
Fazer de um copo um mistério e do labirinto linha reta
Sentir a areia do mar, ou grãos lascivos saborear
Mas nada como correr, sentir o vento bater,
Nada como o grito, o mar ou o amar infindável
E de nada importa em não ter nada, faltar pouco é tudo.
Tanto que não há diferença nessa marca.
Inconsciente e nostálgica, atenta para o vão
Que há de se abrir no primeiro refrão,
Se sim, se não. Perdão! Antes que me saia vilão!
Oh pequena palavra que me agrada,
de onde vieste já era encantada?
Me conta desta passada, me leva desta parada!
MOVIMENTA O TEMPO, QUE O TEMPO MOVIMENTA A VIDA!
Mas escolhe um tanto, para te tirar do pranto,
quando em ti não tiver saída, ainda que não seja essa a rima.
Oh pequena palavra que me agrada,
e que refuto quando amo e percebo-me em paradoxo,
pois sem ti não consigo amar,
não fora assim tão leal com o abençoado,
ele morreu ao nosso lado,
mas falar de ti sem lembrá-lo
é esquecer o seu significado!
Alto lá liberdade...
Se não queria me encontrar,
a que vieste? por caridade...?
por mim

2 comentários:
vc é extremamente inteligente menino.
tá dando sopa
suas poesias ~sao lindas toda vida.
lendo as poesias, se é sobre vc, parece que já teve um gde amor e ñ foi correspondido... acredite menino poeta, seja quem for, ela ainda vai se arrepender, vc deve ser mto especial... te mando uma msg no orkut, grdes beijos
desculpa me intrometer assim, eu falo d+ msmo,rs... mas os textos sao lindos e mto profundos, p/ refletir... vc parece ser bem sensível..fiquei lendo "de noite na cama eu fico pensando" trocentas vezes, lindo :) desculpa qq coisa, tchauzinho
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