
A mesma foto. Pontos de vista diferentes.
O mesmo Leblon, relativamente...
Tudo o que for simples,
pode ser suficiente para transformar o que for complexo demais.
Eu sou talvez, o céu do Leblon,
e você?
Mas o mar, mesmo de pontos de vista diferentes...
O mar é singular!
(vai pro livro)

**
"Tem motivo pra viver denovo
Tem o novo que quer ter motivo
Tem aquele que parece feio
Mas o coração nos diz que é o mais bonito
Descobrir o verdadeiro sentido das coisas
É querer saber demais
Querer saber demais"
Teatro Mágico
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"Tem motivo pra viver denovo
Tem o novo que quer ter motivo
Tem aquele que parece feio
Mas o coração nos diz que é o mais bonito
Descobrir o verdadeiro sentido das coisas
É querer saber demais
Querer saber demais"
Teatro Mágico
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Ao coração palpitante que me vai melhor,
que qualquer esquecimento constante,
abre-se um olhar inerte a observar em
ti o que eu não quero ver.
Alguns defeitos intrínsecos não tão aparentes,
observados após, talvez poucos segundos,
nos exatos momentos em que não merece o meu melhor
e esquecidos solenemente,
no abrir deste seu sorriso encantador.
Eu contrario a vida que sugere um fim para nós,
e te ofereço o meu melhor amor quando menos for amado
sem esperar um retorno similar, sem esperar...
Porque desse amor, ainda colho um fruto maior,
que faz crescer o significado que Deus escolheu para mim
E na vida que tenho adiante,
vou escrevendo o melhor de mim dia após dia,
pintando em outras vidas,
me perdendo em qualquer esquina de qualquer amor,
para me poupar da solidão,
imensurável solidão,
que me prende ao estar distante demais do sentir que você não tem pra mim
E reclamar de mim será inevitável,
quase tão provável quanto te afastar de mim,
quando não entendo um olhar seu a pedir socorro
mas de nada adianta, se no fim,
é um laço, com outro formato, que eu moldo,
em traços marcados por isso que eu nem explico,
mas que eu sinto e que exprimo erroneamente,
em letras inconsequentes, antes não imaginadas,
inéditas até no amor,
eu não entendo esse grito que seca o escuro,
toca na esperança como se fosse uma fruta doce,
tornando palpável o abstrato duvidoso que é o futuro,
enquanto você mastiga essa fruta... essa fruta doce
E se num desejo eu conseguisse exprimir,
seria o de entender-te com apenas uma palavra,
e aconchegar o seu pecado de forma que o carinho
duvidasse de tamanha castidade
com que eu compreendo este amor.
Desenho um rio, uma casinha, uma árvore
desenho meus sonhos no papel,
tenho todo o mundo em meu rascunho,
e abro mão da minha arte,
se no olhar ver-de novo, de lagarta à borboleta,
eu revisse o que já visto fora,
tão grandioso e imenso, e que sinto,
pra do rascunho que eu nem vivo,
tornar realidade o meu rio, a minha árvore,
e uma casinha de papel repleta de muitos risos,
sem sentidos, da vida e bela vida,
que talvez espere por nós
sem esperar... sem esperar!
por mim
que qualquer esquecimento constante,
abre-se um olhar inerte a observar em
ti o que eu não quero ver.
Alguns defeitos intrínsecos não tão aparentes,
observados após, talvez poucos segundos,
nos exatos momentos em que não merece o meu melhor
e esquecidos solenemente,
no abrir deste seu sorriso encantador.
Eu contrario a vida que sugere um fim para nós,
e te ofereço o meu melhor amor quando menos for amado
sem esperar um retorno similar, sem esperar...
Porque desse amor, ainda colho um fruto maior,
que faz crescer o significado que Deus escolheu para mim
E na vida que tenho adiante,
vou escrevendo o melhor de mim dia após dia,
pintando em outras vidas,
me perdendo em qualquer esquina de qualquer amor,
para me poupar da solidão,
imensurável solidão,
que me prende ao estar distante demais do sentir que você não tem pra mim
E reclamar de mim será inevitável,
quase tão provável quanto te afastar de mim,
quando não entendo um olhar seu a pedir socorro
mas de nada adianta, se no fim,
é um laço, com outro formato, que eu moldo,
em traços marcados por isso que eu nem explico,
mas que eu sinto e que exprimo erroneamente,
em letras inconsequentes, antes não imaginadas,
inéditas até no amor,
eu não entendo esse grito que seca o escuro,
toca na esperança como se fosse uma fruta doce,
tornando palpável o abstrato duvidoso que é o futuro,
enquanto você mastiga essa fruta... essa fruta doce
E se num desejo eu conseguisse exprimir,
seria o de entender-te com apenas uma palavra,
e aconchegar o seu pecado de forma que o carinho
duvidasse de tamanha castidade
com que eu compreendo este amor.
Desenho um rio, uma casinha, uma árvore
desenho meus sonhos no papel,
tenho todo o mundo em meu rascunho,
e abro mão da minha arte,
se no olhar ver-de novo, de lagarta à borboleta,
eu revisse o que já visto fora,
tão grandioso e imenso, e que sinto,
pra do rascunho que eu nem vivo,
tornar realidade o meu rio, a minha árvore,
e uma casinha de papel repleta de muitos risos,
sem sentidos, da vida e bela vida,
que talvez espere por nós
sem esperar... sem esperar!
por mim
Um comentário:
Suas fts sao lindas e os textos maravilhosos.
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