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"Tudo o que dorme é criança de novo. Talvez porque no sono não se possa fazer mal, e se não dá conta da vida, o maior criminoso, o mais fechado egoísta é sagrado, por uma magia natural, enquanto dorme. Entre matar quem dorme e matar uma criança não conheço diferença que se sinta."
de Fernando Pessoa
(uma alma descomunal que empresta vida ao mais despretensioso ponto final)
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"Tudo o que dorme é criança de novo. Talvez porque no sono não se possa fazer mal, e se não dá conta da vida, o maior criminoso, o mais fechado egoísta é sagrado, por uma magia natural, enquanto dorme. Entre matar quem dorme e matar uma criança não conheço diferença que se sinta."
de Fernando Pessoa
(uma alma descomunal que empresta vida ao mais despretensioso ponto final)
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Quando nasce, o homem morre para o mistério da vida.
É desde o início o mistério e portanto, antes.
O tamanho afronta tanto, que por vezes não há dimensão para tal.
O intuito talvez seja universal: a felicidade.
O milagre, único: viver.
O aprendizado é fruto das circunstâncias.
Às vezes mais intensas.
Às vezes mais duradouras.
O tempo, um copo pela metade: ora meio cheio, ora meio vazio... e no começo ele está vazio.
Isso lhe faz refletir?
É... o ser humano é semelhante nas suas diferenças.
Há porém, o acaso. Um destino meio incerto, certo de haver.
Ante a isto, ou aquilo, sempre sentimos o primeiro: amor.
O amor... Um estado de espírito, o sorriso, um sentimento, o feliz, o prazer do primeiro acerto, o fim do primeiro choro, o arrepio do primeiro gozo, o mais simples de todos os acontecimentos se vividos com ardor!
A força da redenção... parece-me amor, também, a fraqueza e o perdão.
Talvez não seja,
o tempo perdido.
"Distantes de tudo.
Temos nosso próprio tempo.
Não tenho medo do escuro, mas deixe as luzes acesas agora..."
Vejo o amor de uma criança pelo sorriso, e o amor que há em uma criança sorrindo.
O amor de uma despedida ou de um encontro.
O ápice de uma certeza pode ser ponto de inflexão.
Salvo esta minha percepção de que a felicidade é o não saber ir.
Não podemos nos despedir de si.
Sinto a minha volta, a minha volta.
De aí, verdadeiramente, eu sinto o amor, e me há esperança!
por mim
É desde o início o mistério e portanto, antes.
O tamanho afronta tanto, que por vezes não há dimensão para tal.
O intuito talvez seja universal: a felicidade.
O milagre, único: viver.
O aprendizado é fruto das circunstâncias.
Às vezes mais intensas.
Às vezes mais duradouras.
O tempo, um copo pela metade: ora meio cheio, ora meio vazio... e no começo ele está vazio.
Isso lhe faz refletir?
É... o ser humano é semelhante nas suas diferenças.
Há porém, o acaso. Um destino meio incerto, certo de haver.
Ante a isto, ou aquilo, sempre sentimos o primeiro: amor.
O amor... Um estado de espírito, o sorriso, um sentimento, o feliz, o prazer do primeiro acerto, o fim do primeiro choro, o arrepio do primeiro gozo, o mais simples de todos os acontecimentos se vividos com ardor!
A força da redenção... parece-me amor, também, a fraqueza e o perdão.
Talvez não seja,
o tempo perdido.
"Distantes de tudo.
Temos nosso próprio tempo.
Não tenho medo do escuro, mas deixe as luzes acesas agora..."
Vejo o amor de uma criança pelo sorriso, e o amor que há em uma criança sorrindo.
O amor de uma despedida ou de um encontro.
O ápice de uma certeza pode ser ponto de inflexão.
Salvo esta minha percepção de que a felicidade é o não saber ir.
Não podemos nos despedir de si.
Sinto a minha volta, a minha volta.
De aí, verdadeiramente, eu sinto o amor, e me há esperança!
por mim

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