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A propósito... voltarei a fotografar poesia por ai ...
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por mim
A propósito... voltarei a fotografar poesia por ai ...
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Ao acordar hoje pela manhã, uma vontade repleta de saudade tocou em mim como um beija-a-flôr...
De fato, eu ponderei a minha decisão, acerca não daquela primeira sensação, mas levando em conta o venturo... e ventura não tive.
Perdi-me pelo medo, não o meu, mas de um acaso que nenhuma probabilidade exata apontaria. Exatamente o que perdi nesta manhã, eu não sei.
Contudo, achei mais saudade.
Desaprendi a contar nesse momento e meu senso de grandeza esgotou.
Eu já estou na morte-súbita.
São acréscimos que eu nem sei se existem.
Dessa vez eu preciso ir.
Continuo convicto: felicidade é o não saber ir.
Eu não entendo a minha convicção, mas eu sei que existe um sentido tão persuasivo e real por trás dela, que torna possível novamente tudo o que for possível.
Eu sei, é a minha contradição. Eu sei. Ah!!!!
Sonhos? Sim, são meus e seus, e de todo o restante dos sonhadores. Sim.
Poderia tudo denovo, ser, quem sabe senão? Sim.
Quando estou em frente à prosa, eu me sinto coagido.
Nos esboços de versos, ou o que tenho em mim como poesia, pelo menos licença eu posso tirar. Aqui, o amor se torna mais simples, objetivo, ou quem sabe mais inteligente.
Eu te amo é o caminho.
Precisaria talvez de uma manhã inteira contando estrelas, colecinando saudade, ou de um frio de quarenta graus, para convencer a algum desavidado que eu estou falando de amor. Uma luz, uma xícara de café... O nosso primeiro instinto é o de sobrevivência, afinal, no fim somos só. Mas no começo não. Que fim levou, se era o amor o dono daquela estréia? Aplausos pra ela.
Saudades... só dela!
No palco eu me vi tropeçando, e nos bastidores nem tudo é tão romantico.
MERDA!
Dizem que dá sorte... Começou antigamente, numa cidade romântica, talvez como Paris...
Acho que porque era o momento mais importante, talvez a última chance.
Perdeu-se num incêndio, pisou no que não devia e à parte este começo torto, desempenhou no palco, novamente o melhor de si para a vida.
Sê amor, para ser amado... e mais uma vez: saudade!
De fato, eu ponderei a minha decisão, acerca não daquela primeira sensação, mas levando em conta o venturo... e ventura não tive.
Perdi-me pelo medo, não o meu, mas de um acaso que nenhuma probabilidade exata apontaria. Exatamente o que perdi nesta manhã, eu não sei.
Contudo, achei mais saudade.
Desaprendi a contar nesse momento e meu senso de grandeza esgotou.
Eu já estou na morte-súbita.
São acréscimos que eu nem sei se existem.
Dessa vez eu preciso ir.
Continuo convicto: felicidade é o não saber ir.
Eu não entendo a minha convicção, mas eu sei que existe um sentido tão persuasivo e real por trás dela, que torna possível novamente tudo o que for possível.
Eu sei, é a minha contradição. Eu sei. Ah!!!!
Sonhos? Sim, são meus e seus, e de todo o restante dos sonhadores. Sim.
Poderia tudo denovo, ser, quem sabe senão? Sim.
Quando estou em frente à prosa, eu me sinto coagido.
Nos esboços de versos, ou o que tenho em mim como poesia, pelo menos licença eu posso tirar. Aqui, o amor se torna mais simples, objetivo, ou quem sabe mais inteligente.
Eu te amo é o caminho.
Precisaria talvez de uma manhã inteira contando estrelas, colecinando saudade, ou de um frio de quarenta graus, para convencer a algum desavidado que eu estou falando de amor. Uma luz, uma xícara de café... O nosso primeiro instinto é o de sobrevivência, afinal, no fim somos só. Mas no começo não. Que fim levou, se era o amor o dono daquela estréia? Aplausos pra ela.
Saudades... só dela!
No palco eu me vi tropeçando, e nos bastidores nem tudo é tão romantico.
MERDA!
Dizem que dá sorte... Começou antigamente, numa cidade romântica, talvez como Paris...
Acho que porque era o momento mais importante, talvez a última chance.
Perdeu-se num incêndio, pisou no que não devia e à parte este começo torto, desempenhou no palco, novamente o melhor de si para a vida.
Sê amor, para ser amado... e mais uma vez: saudade!
por mim
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