sábado, 18 de abril de 2009

Do décimo primeiro andar




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" " Ok. " "

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Aqui de cima sinto-me em paz
Ao redor as pessoas estão navegando pelo dia
Tão pequeninas lá embaixo, que prefiro ouvir sua voz chamando
O horizonte traz a grata surpresa que é o mar
Na janela fica uma lembrança com cheiro, que toca
Toca o amor com uma foto da flôr

Depois do décimo, há um medo real em mim, logo acima.
Então defronte é preferível a porta
O sereno é feliz com o lado direito
Eu chego depois, em um abraço apertado ou por um carinho calado
Que entram a refletir você nestes belos olhos teus
Com a beleza emprestada a este magnífico sorriso doce,
Tento - " " entrelinho " " - estar de sobreaviso para este amor

Inerte, contrariando quem sabe senão a gravidade, a paixão desponta
E o amor aponta a direção: mais uma canção
Tranquila, completa, serena e doce, voltando depois.

Uma orquídea encantada, nuance para este porvir venturo
Revela respeito, saudade e devoção depois da gota de uma vontade infinda.

A aflição não deve ser anfitriã, então ido, o tempo se deu
Numa sintonia conjunta, pelo prazer de dividirmos tempo e espaço,
minutos e segundos serão eternos e haverá ventura.

Exaurindo-se, ambos, pelo prazer da companhia, adormecendo ao seu lado.
Trazendo à nossa história, o delicioso gosto de um chocolate.
Contornado o sentimento inteiro, de algumas rosas em papel e letras
Em que o cheiro alertava para a falta que faz, um pouco de si a mais.


por mim

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