segunda-feira, 29 de outubro de 2007

sem esperar...Da vida e bela vida!



A mesma foto. Pontos de vista diferentes.
O mesmo Leblon, relativamente...

Tudo o que for simples,
pode ser suficiente para transformar o que for complexo demais.
Eu sou talvez, o céu do Leblon,
e você?
Mas o mar, mesmo de pontos de vista diferentes...
O mar é singular!
(vai pro livro)


**
"Tem motivo pra viver denovo
Tem o novo que quer ter motivo
Tem aquele que parece feio
Mas o coração nos diz que é o mais bonito
Descobrir o verdadeiro sentido das coisas
É querer saber demais
Querer saber demais"

Teatro Mágico

**


Ao coração palpitante que me vai melhor,
que qualquer esquecimento constante,
abre-se um olhar inerte a observar em
ti o que eu não quero ver.
Alguns defeitos intrínsecos não tão aparentes,
observados após, talvez poucos segundos,
nos exatos momentos em que não merece o meu melhor
e esquecidos solenemente,
no abrir deste seu sorriso encantador.

Eu contrario a vida que sugere um fim para nós,
e te ofereço o meu melhor amor quando menos for amado
sem esperar um retorno similar, sem esperar...

Porque desse amor, ainda colho um fruto maior,
que faz crescer o significado que Deus escolheu para mim

E na vida que tenho adiante,
vou escrevendo o melhor de mim dia após dia,
pintando em outras vidas,
me perdendo em qualquer esquina de qualquer amor,
para me poupar da solidão,
imensurável solidão,
que me prende ao estar distante demais do sentir que você não tem pra mim

E reclamar de mim será inevitável,
quase tão provável quanto te afastar de mim,
quando não entendo um olhar seu a pedir socorro
mas de nada adianta, se no fim,
é um laço, com outro formato, que eu moldo,
em traços marcados por isso que eu nem explico,
mas que eu sinto e que exprimo erroneamente,
em letras inconsequentes, antes não imaginadas,
inéditas até no amor,
eu não entendo esse grito que seca o escuro,
toca na esperança como se fosse uma fruta doce,
tornando palpável o abstrato duvidoso que é o futuro,
enquanto você mastiga essa fruta... essa fruta doce

E se num desejo eu conseguisse exprimir,
seria o de entender-te com apenas uma palavra,
e aconchegar o seu pecado de forma que o carinho
duvidasse de tamanha castidade
com que eu compreendo este amor.

Desenho um rio, uma casinha, uma árvore
desenho meus sonhos no papel,
tenho todo o mundo em meu rascunho,
e abro mão da minha arte,
se no olhar ver-de novo, de lagarta à borboleta,
eu revisse o que já visto fora,
tão grandioso e imenso, e que sinto,
pra do rascunho que eu nem vivo,
tornar realidade o meu rio, a minha árvore,
e uma casinha de papel repleta de muitos risos,
sem sentidos, da vida e bela vida,
que talvez espere por nós
sem esperar... sem esperar!

por mim

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Liberdade



**
Arpoador à noite...
V1
"
O céu de Ícaro tem mais poesia que o de Galileu

e lendo os teus bilhetes, eu penso no que eu fiz

querendo ver o mais distante, sem saber voar

desprezando as asas que você me deu
"
tendo a Lua aquela gravidade!!!!
merecia a visita não de militares,
mas de bailarinos e de você! & eu!
**

É como tirar os chinelos e escutar o rugir da sensação
Ser soberano em seu próprio lar
Ir e vir e acima de tudo: voltar

Quase compreender, sem tem porque e não estranhar
Fazer de um copo um mistério e do labirinto linha reta
Sentir a areia do mar, ou grãos lascivos saborear

Mas nada como correr, sentir o vento bater,
Nada como o grito, o mar ou o amar infindável
E de nada importa em não ter nada, faltar pouco é tudo.

Tanto que não há diferença nessa marca.
Inconsciente e nostálgica, atenta para o vão
Que há de se abrir no primeiro refrão,
Se sim, se não. Perdão! Antes que me saia vilão!

Oh pequena palavra que me agrada,
de onde vieste já era encantada?
Me conta desta passada, me leva desta parada!

MOVIMENTA O TEMPO, QUE O TEMPO MOVIMENTA A VIDA!
Mas escolhe um tanto, para te tirar do pranto,
quando em ti não tiver saída, ainda que não seja essa a rima.

Oh pequena palavra que me agrada,
e que refuto quando amo e percebo-me em paradoxo,
pois sem ti não consigo amar,
não fora assim tão leal com o abençoado,
ele morreu ao nosso lado,
mas falar de ti sem lembrá-lo
é esquecer o seu significado!

Alto lá liberdade...
Se não queria me encontrar,
a que vieste? por caridade...?

por mim

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Um brilho eterno


**
É... eu tava inspirado mesmo

"Cada voz que canta o amor não diz tudo o que quer dizer
Tudo o que cala fala mais alto ao coração"

Sim. Mas não faço idéia do que eu quero dizer
Muito complexo
**




Imagino acordar diariamente aos beijos e abraços com esse olhar
Sonhar, sonhar...
Até o começo virar recomeço e o fim se cansar de nunca terminar
Desistiu... deixou pra mim, a sorte de tê-la aqui,
um brilho eterno na minha mente,
algumas lembranças do passado, presente e futuro

A lembrança que não sai da minha mente, inconsequente, é tudo diferente
Não é lembrança, é a esperança de poder acreditar no que acredito,
de poder te ter feliz ao meu lado,
investigar o seu passado,
extinguir toda a dor,
e reciclar todo o amor,
na minha indústria de fazer qualquer suspiro o diário de uma paixão...

O infinito desejo de poder compartilhar espaço e tempo,
num compasso marcado, do desejo e do medo que temos ao tocar o próprio coração.

Agora dois, agora um, melhor depois... que o medo acabar e o desejo reinar aquela vontade vibrante (pela manhã) de tornar felicidade o reflexo que vemos no rosto de cada um de nós, neste infinito que o nosso amor compreende em um instante, em todos os instantes...
e de repente vem você ... você que é amor pra sempre!

por mim, há tempos

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Hétero sentimento homogêneo: Amor





**
Mudando o título apenas
voltando a fotografar com a V1,
sol poente,
o "algo" da Urca
e o Cristo em redentor

uma frase:
" " Hétero sentimento homogêneo em quase tudo. Quase no todo " "

Rodrigo Amarante ainda moço, ou... já velho:

"E se eu fosse o primeiro a voltar pra mudar o que eu fiz, quem então agora eu seria? Não me importa. E o que eu não fui eu não vou ser. Da próxima vez não vou deixar a vida passar"
**


A tragédia poética em ti recita algum traço que marcaste em minha própria criação poética.
Traços marcantes de uma outrora amiúde em que o fado da retórica desse marco que em ti almejo marcar não convém agora regressar.

Há talvez um comprometimento com a loucura de crer.
Há sem dúvida uma obrigação em amar.
Há ainda, ou quase, quem sabe quanto... a solidão.

O absurdo teatral da vida que se põe de sobreaviso aos fracassos do amor,
como uma lagarta que não almeja sua metamorfose ao desvendar a dor,
mas que consigo perde a apoteose, o esplendor do vôo colorido que se antepõe ao gesto de amar,
como aquele frio que do interior dos vossos corpos,
nos grita em propósito sedutor,
e nas pernas bambas criam um circo para o sorriso repicar,
ah seja lá o que for...

Farto caminho interior.
Becos e ruelas.
Escuras e singelas.
Desconhecidas, inclusive para elas.
Labirinto temporal, imaturo e filial das diversas ruínas que Deus criou.

Hétero sentimento homogêneo em quase tudo. Quase no todo!

Fonte da juventude esquecida quando procrastina-se à vida. Quando há a ausência da utopia fictícia que o sonho criou. Quero antecipar-me à vida!
Não há desejo em esperar a sorte.
Não há lucidez na espera pela morte!
Tentar na própria tentativa o fracasso de fracassar quando não se repete a dose.

Esperar-te-ei,
crer-te-ei,
reconhecer-te-ei
mas não amar-te-ei, nessa tal vez, quem sabe?
Eis o você agora negaceado por palavras sem significar.
Casto é o céu que o poeta criou.
Nobre é o altruísmo do egoísmo desmedido.
Vasto é o amor.
Pecado é a dor.

Quem me dera a mim, por completo, obteve sucesso.

O insucesso foi eu quem criou,
quando em mim estavam os olhos fechados para o espelho exterior que refletia um deserto interior, uma gravidade reversa, e grávida, e grave!

Estou em greve ou como se nunca inclinado ao início eu estivesse estado.
Estou em Re-começo.
Seja o que for que exista,
que sinta, que pense,
que apenas compreenda o que há para recomeçar.

Quero-te recitar.
Mas em palavras inexistentes ao meu vocabulário.
Quero-te declamar.
Mas em significados ausentes quando de sua própria acepção.
Quero-te,
agora, talvez,
em boa hora, embora,
não quisesse, talvez, em má companhia,
outrora, em outra hora...

Ainda que te cante ao cantar sobre rosas,
quero uma poesia e um verso a me provocar nessa hora.

Quero-te esfinge,
rubra, rosa, morena, pequena, quero-te em algum olhar azul!

Um arco-íris em cada cor que puder supor.
Uma visão constelar em cada estrela que puder contar.
Um momento no eterno que o tempo não pode parar.

Quero a loucura e a lucidez de qualquer criança.
Quero essa vontade mundana de viver à luz do dia e de dormir ao pé da noite.
Quero apenas o que for pra mim.
Quero! Quero! Quero!
Mas quantos queros cabem aqui ?
Todos os que couberem - na verdade que a retina que te percebes - puderes acolher!

Quão perigoso, mais - ser feliz, ou amar - será?

Não há nesse mundo,
ainda que refute diariamente,
verdade mais absoluta que o saber,
ainda que eu só queira amar

Ainda que eu só possa amar...

Tamanha é a insignificância desta ignorância que me envolve quando eu acredito no parcial entendimento. Acho-me mais perdido em meu desentendimento parcial, do que se apenas não o tivesse entendido por completo. Até as dúvidas me explicam. O porque será da confusão ? Existirá o sim e o não ?

por mim

domingo, 14 de outubro de 2007

É quase verão! [+1h]



**
Nokia N73, Eu, Um céu sensacional, o cristo ao fundo e o Sol se pondo

Rodrigo Amarante e o verão:
"Não tô muito afim de novidade, fila ou banco de bar,
considere toda a hostilidade que há da porta pra lá
(...)
Eu digo "cá" entre nós,
deixa o verão pra mais tarde."

Eu e o verão:
**

De tempo em tempo, eu páro e penso:
- Porque isso tudo ?
É notória a minha angústia,
mas nunca encontro resposta e continuo vivendo...

No mesmo compasso, em passos mais largos ou curtos
em ventos mais fortes ou não.

De dia eu sorrio, e de noite às vezes choro...
Ah, mas quando há inversão.
O choro é de alegria e o riso também...

Carrego comigo a esperança e uma essência verdadeira,
uma foz pra vida inteira

Lembro-me do mar e do sol!

A emoção é com a vida outra vez
Lembro-me dos dias em que fui feliz
... e percebo poder tornar todos os outros assim.


Ao meu encanto vem sensível,
quase como uma flôr,
quase como o amor,
caso antigo,
caso sério,
caso logo ,
logo que der...

Relembro das praias e cachoeiras e relembro as montanhas...
(e o céu também estava lá...)
Lá era quase o paraíso e eu nem via o tempo passar.
Meio monótono, meio divertido, meio perfeito, meio bandido...
É "quase" o verão que vem chegando...
É o frio nos deixando pro calor tornar a transpirar nossas almas e cores,
Em amores...
Em paixões...
É uma história de vida,
um caderno autografado pelos certos, pelos errados

É que o futuro tá longe e eu nem sei como ele é...
É que a minha vida é agora!!!!!
E pra viver tem que experimentar,
desse doce sorriso,
desses temores...
desse novo sonho,
sentimento ou sensação que renasce na aurora,
ou lá fora,
ao que tudo indica,
o recomeço...
Sejam bem vindos!

É quase verão!!

por mim

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Segredos



**
E o Rio de Janeiro continua lindo... N73 ontem

"Eu procuro um amor, que ainda não encontrei, diferente de todos que amei..."
"NOS SEU OLHOS QUERO DESCOBRIR UMA RAZÃO PARA VIVER"
algo assim... não menos do que isso
**

Temos na lembrança uma morada para a saudade,
A esperança que torna nossos sonhos realidade
É a porta que fica entre-aberta, para o amor
Vista-se de bem, passe adiante e seja feliz!
Não faz sentido escrever assim,
Não faz assim,
é o sentido de escrever pra mim
Há enfim poesia na minha rima,
ainda que não seja rima em minha poesia
É a púrpura flôr, tremendo amor,
és o sabor entrelaçado ao avesso em tempo perdido
É a cor pra colorir um universo sem cor,
É do amor, o seu momento mais amor
É a doçura do riso daquela criança,
É o tempero do melhor desejo para saborear
É bonita! Linda!
É o meu encanto de encontro com o que canto,
por enquanto, é tamanho, não sei quanto,
o gelo que me fria, enquando tocava,
a péle mais macia...
E o menino já sabia, que não era mais amor,
e o menino já sabia, como contornar a dor,
e o menino sorriu enfim, por esquecer o desamor,
mas o segredo corre devagar, que é pra ter espaço,
que pra ter no laço, uma nova forma de amar

por mim

sábado, 6 de outubro de 2007

A estrada vai além do que se vê





**
"Sei, que a tua solidão me dói e que é difícil ser feliz, mas do que somos todos nós?
(Você supõe o céu...)
Sei que o vento que entortou a flôr, passou também por nosso lar
e foi você quem desviou com golpes de pincel...
eu sei, é o amor que ninguém mais vê..."
6 de outubro ...
**

Seria amor ?
Pensar em reviver um sentimento conhecido ?
Se for sem medo do que for oculto
Se for além do permitido,
Ah!
Será amor!
Seria amor ?
Rever seu rosto , sentir o gosto e não poder provar ?
Se conseguir aproximar as duas metades
Pôr em cheque o que é verdade,
Ah!
Será amor!
Seria amor ?
Escrever poesias e cartas, inspirado, atormentado ?
Se puder revelar, confessar o sentimento
Divagar sobre o que for duvidoso,
Ah!
Será amor!
Seria amor ?
Ouvir suas músicas, ler seus livros ?
Se conseguir interpretar seus pensamentos
Desvendar os teus momentos,
Ah!
Será amor!
Seria amor ?
Te perseguir, te vigiar, idolotrar ?
Se continuar sem desistir e descobrir
Maneiras de te conquistar,
Ah!
Será amor!
Seria amor ?
Externar o que penso, aos que não conheço, pra chamar sua atenção ?
Se souber a direção em que rumar
E no seu norte naufragar
Ah!
Será amor!
Seria amor ?
Ensaiar o nosso encontro, imaginando o teu olhar ?
Se for algum chuvoso dia, e não puder piorar
Eu reconheço meu destino, você vem vindo
E já não posso duvidar,

Já é amor, meu amor, só nos resta aceitar

por mim

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

"De noite na cama eu fico pensando..."


**
Ouvi dizer que o chamam assim, pois ele sempre tinha balas a oferecer quando em sua terna idade. Os chamam de Zeca Baleiro... Eu, apenas de poeta:
E é mais ou menos assim :

" Mais uma vez o dia chega
Em minha vida
Como uma chama na selva
O sol na cama da relva
A tua boca e a lua
A minha boca e a tua
Vão deixando pela rua
Palavras e silêncios
Que jamais se encontrarão "

Eu preciso de férias! A propósito, a foto, foi em uma de minhas últimas "férias"
pela V1 desta vez...
**

A poesia é mais que isso. Na tentativa eu pretendo-me melhor.
Vejo-me mais transparente que quando me vejo como gente.
A realidade refuta, mas é no sonho a minha luta.
Tão longe e tão perto, tão perto de chegar para não voltar...
Compreensível e indecifrável, algo como o infinito que couber
em algumas letras que tentam suprimir os significados,
mas ali escritos estão mais claros que a própria transparência
que possas oferecer. Escrevo apenas para ser feliz. O amor,
o ódio, o arrependimento, a rima, a luta, o choro, são partes do riso
que pretendo em mim incutir. A poesia faz parte do eu que não sabe quem
é. É parte de mim, parte de algo assim, assim como um sim, assim como um
não. Simples ou repleto de complexidades mais simples ainda, mais difíceis de lidar.

E foi assim que eu falei de amor:

Apaixonando,
porquê?
Aproveitando,
o quê?
Sem teus beijos e teus carinhos
Sem teus medos e teus caminhos
(Everybody's gotta learn sometimes...)
Do olhar mais verde que já vi, tão doce, tão cor de mel
De seus vinte e poucos, bem poucos
Que o sol esqueceu de amorenar
Pra te deixar assim
Meio fases da Lua
Meio anjo ou mulher, quase nua,
com a roupa que lhe couber.

O amor, com amor é sempre melhor!

"Veja você, onde é que o barco foi desaguar":

"você me falou, pra eu não me preocupar, ter fé e ver coragem no amor, e
só de te ver, eu penso em trocar, a minha tv, num jeito de te levar a
qualquer lugar, que você queira e ir onde o vento for, que pra nós dois,
sair de casa já é... se aventurar..."

Essa música, pode ser vista como o hino do amor para o Rodrigo Amarante,
sob minha interpretação, estamos falando de um amor de mundos
diferentes (idades diferentes por exemplo... alguém no final da vida, com alguém mais novo(a) "e ninguém dirá que é tarde demais, que é tão diferente assim, o nosso amor, a gente é que sabe pequena")

"e se o caso for de ir a praia, eu levo essa casa numa sacola"

no dia que me disserem isso, ferrou! hahahahaha
deve ser muito tocante realmente... afinal, o que dizer de uma pessoa,
que está disposta a fazer qualquer coisa por você? até as impossíveis,
como por exemplo, ir à praia para agradar, mas levando a casa em uma
sacola, para agradar completamente ao seu amor...

"tanto clichê, deve não ser" a poesia viva na música das almas gêmeas
descritas pelo rodrigo.

"e até quem me vê, lendo jornal, na fila do pão sabe que eu te encontrei"

Essa é definitivamente a sensação mais pura e desejável para todo e
qualquer ser-humano. Frente ao poder, sucesso, dinheiro, fama, riquezas....
Nada supera a sensação que nos toma quando a gente suspira amor, quando o nosso sorriso
nos entrega completamente, quando o riso esvai-se em mil, quase
infinito... Quando as pessoas ao nosso redor olham e perguntam se vimos
algum passarinho na noite passada, quando a felicidade é tamanha que a
vontade que nos dá é de gritar, sair correndo pela rua, quando a vontade
é única, quando o amor nasce, renasce, quando o amor vive dentro de
nós... Não tem jeito... ao ler o jornal, seremos diferentes, na fila do
pão, não haverá disfarce que consiga esconder o amor evidente...


"e quanto levou, foi pra eu merecer"
Sim, a espera pelo nosso grande amor, valerá à pena. Mesmo que dure
longos anos, quando vier, será a pessoa certa e acima de tudo, na hora certa!

"antes de um mês eu já não sei"
A espera pelo amor pode ser gigantesca... mas em menos de um mês ele
poderá explodir e crescer de forma incrivelmente singular, a ponto de
perdemos totalmente o controle da situação. Um mês para o amor ? Menos ?
Não sei...

"E se o tempo for te levar, eu sigo essa hora, pego carona, pra te acompanhar"

O cara é foda! Sim, se o tempo quiser levar o amor para longe dele, ele
aguarda, ele pega carona... mas ele vai acompanhá-la, seja onde for, seja
quando for, seja como for, seja com quem for... o amor , este amor, vai
superar...

Eis, o último romance!

por mim

sábado, 29 de setembro de 2007

aspas sobre mim



**
Dois irmãos ao fundo
Ipanema, posto 9 - Rio de Janeiro
"Cariocas são atentos... Cariocas não gostam de dias nublados"

"Veja bem, meu bem
Sinto te informar que arranjei alguém
pra me confortar...
(...)
Se eu te troquei não foi por maldade.
Amor, veja bem, arranjei alguém
chamado saudade."
**

Eu passo calado essa passada gritante em minha vida
Eu noto as notas que não foram esquecidas
Começo essa rima com alguma canção em silêncio
E relembro a poesia gritante, que me toca distante
com golpes sinônimos... a minha própria proteção

E percebo molhar este deserto com uma novidade a pulsar
nesta saudade que sinto, agora pode ser o início,
pode ser pra recomeçar, devagar, sempre, veloz ou nunca,
não importa, o riso virá na velocidade disposta, própria,
destas quatro letras, que almejas marcar

E as partes perdidas parecem se encontrar em mim novamente,
parecem em ti exprimir o tal farol que fará rumar o caminho,
que escolhi pra mudar, essa passada em que me perco encontrando,
os laços estrangeiros que talvez consigam juntar os sonhos vencidos,
em um único e pacífico caminho, para onde devo rumar.

por mim

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Capa de jornal


**
Nokia N73 clica São Conrado

Definitivamente, TUDO de mais importante na vida,
eu aprendi quando estava no jardim de infância

Mais uma da série, eu já falei de amor, rsrs...

"É primavera, vai chuva!! (...) trago esta rosa, para lhe dar"
**



ao menos uma tentativa pro acaso iremos dar
dançaremos alguma canção pra variar
bateremos um papo, meio conversa fiada, nem que seja só pro tempo passar
pra flertar no olhar, sorrir, divagar, devagar, engasgar
e talvez depois, só depois... chorar...?

mas não ficar preso ao dizer "eu queria ter feito tanta coisa"
e nem fazer o que não se fez, o que não se faz
pra não se prender no sonho que não sairá da imaginação
mesmo podendo sonhar, sonhar, pro início se dá

amanhã é capa de jornal, aquele nobre casal,
dormiu a sós e sorriu no final, só lá no final...
que era o começo... recomeço...
só o que não tinha preço, não tem, não terá!

por mim

domingo, 23 de setembro de 2007

A flôr



**
A noite do Leme, a Lua do Leme...
Nokia N73 é lógico =)

Então, já que a primavera está ai,
vamos voltar a falar de amor
Vou procurar o que já escrevi sobre "isso"
Eis "a flôr" ante a primavera

"Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena acreditar num sonho que se tem, ou que seus planos nunca vão dar certo, ou que você nunca vai ser alguém (...) Se você quiser alguém em quem confiar... Confie em si mesmo! Quem acredita sempre alcança"

Se alguém falar o contrário, pode me chamar!
**


Olho para uma flôr,
meio vermelha, meio amor

Há no verde desta flôr,
mais esperança, mais sonho,
ou apenas mais amor

Há de ter um canto,
sereno e feliz,
um encanto e um triz,
pr'eu ouvir o amor

Há de ser incrível,
terrível como o vício,
que não vicia,
que não termina,
e que não traz dor

Há de ser repente,
como sol poente,
uma quase deusa... reluzente,
de beleza estridente,
de rima nem tão evidente,
ou apenas mais um amor

Há de ser singela,
assim como é a vela,
que escorre a cêra,
como uma saudade inteira,
que aos poucos queima,
e tão pouco calor,
pra queimar com amor

Mas há de ser a minha,
tão completa e repleta de ti
que quase esqueço de mim
que quase enlouqueço assim
sonhando acordado, o momento passado
o beijo mais amado, que tivestes em mim

por mim

domingo, 16 de setembro de 2007

Já foi!!!!!




**
Done!

MY FRIENDS,
you're WELCOME
but... just MY FRIENDS

-

"Quem bater,
primeira dobra do mar,
dá de lá bandeira qualquer...

APONTA PRA FÉ E REMA"
**

Façamos um relicário das fotografias do que foi pensado
A lua estaria ao contrário, o sol seria gelado
Mas o mel de abelha ainda não está petrificado
Concordante com o que o acaso quis revelar,
o tempo persegue o momento que ainda não passou,
o que decorre agora, pretende acertar...


por mim

domingo, 9 de setembro de 2007

Primavera

**
Se os meus olhos não tiram fotos...
**
**
... o Nokia N73 tira ... =p
**

"Abre essa janela, PRIMAVERA quer entrar
Pra fazer da nossa voz uma só nota
Canto que é de canto que eu vou chegar
Canto e toco um tanto que é pra te encantar
Canto para mim qualquer coisa assim sobre você
Que explique a minha paz
Tristeza nunca mais"

Quanto a isso... bem... Zeca Baleiro, rs, diria:
"eu vou até o fim"
**


Tolo é amor que não sabe amar,
é a certeza de todo o sempre sem saber do segundo desviar,
é a mentira de estar ao lado de alguém sem a falta do ar,
sem o suspiro infinito que se enche de sonhos,
num breve olhar duradouro entre carinhos e o pulsar

Tolo seria desistir sem lutar,
tolice é ficar na espera, na platéia e não poder atuar,
tolo é não saber o quão um NÃO pode transformar,
tolice é não chorar, é não sofrer, é não aprender,
tolo é aquele que está sempre no comando da situação,
uma tal situação que não situa e não gera ação,
acomoda, incomoda e gera até moda...

Queria ser como a Primavera que divide os extremos,
talvez não seja a anfitriã das estações,
mas une os opostos, revigora...
esquenta o inverno pra receber o Verão...
renascendo nas flores,
qualquer frio que gere sorriso,
que gere paixão!

Vem Primavera... Vem anteceder ao Verão!


por mim

sábado, 8 de setembro de 2007

Arpoador



**
"O Rio de Janeiro continua lindo..."
É por isso que o mundo inteiro vem passar férias aqui

Nokia N73 clicando do Arpoador
**

No Arpoador eu vi o sol se erguir e ir
fui testemunha do choro
escondido por entre o mar e o sentido
encontrado perdido na vontade de sorrir
porque ele tem sido assim, amiúde...
oh esse sorrir!
numa maré mansa de onde eu não consigo fugir
ele é a mais forte onda, vem do mar, para amar
e se chorar, vai ser para o sorrir...
só rir...


por mim

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Capacidade



**
da Urca o Cristo parece ser mais maravilhoso...
Nokia N73

""O bairro da Urca satisfeito sorri, quando chego ali e entro no elevador, aperte o 1 que é o seu andar, não vejo a hora de te encontrar e continuar aquela conversa, que não terminamos ontem, ficou pra hoje""

Há muito para refletir nesse post, muito!
**



O sol é certeza! A vida também...
O restante a gente decide!
Até na dúvida haverá certeza...
Até no abismo haverá um pico...
Até no ódio haverá amor...

Haverá, sempre, um belo motivo para recomeçar,
dia após dia...

Os dias nublados se seguirão, dias a fio,
se não formos capazes de sermos esperança e doarmos ela...
O lado bom das coisas é mais real que o lado que não se enxerga
Males virão para o bem... e o bem às vezes virá para o mal...

Um dia percebe-se que no fim é só você!
Você é sua arte e sua obra-prima...
Sua casinha da árvore... seu castelo de areia
Você é o terremoto e o vendaval
A cura e a solução!

Há mais que uma fotografia hoje aqui...
Há mais do Rodrigo...
O moleque mais atentado na infância,
talvez um moleque prodígio, talvez não...
talvez um talento, talvez não...

Mas sem dúvida, há o Rodrigo de 5 anos de idade, após 19 anos passados,
quase somados 24! Há um mês de setembro chegando...
As lembranças retornam, mas o riso é avassalador dessa vez...
E não faltará espaço nem disposição para voltar a fazer qualquer um sorrir, por estar perto de mim... Otimismo, sorriso e vibrações positivas.
Amor... Amor... Em sua forma mais colossal, mais universal que puder ser.

Hoje há o Rodrigo que sempre foi, um pouco além do que via, um pouco além...
Talvez mais até... Mas hoje existem explicações nunca antes enxergadadas...
E o sorriso está tão fácil que parece sorrir de si mesmo

Sempre vale à pena!
A minha alma não é pequena!
E a minha capacidade indunda um deserto de possibilidades impossíveis e prováveis!

"Sou feliz, por isso estou aqui, quero viajar nesse balão... O balão mágico, super fantástico..."

Voltei, depois de algum tempo... mas voltei ;)

eis o velho Rodrigo... com muito sono e extremamente inspirado